VOCÊ JÁ FOI UM ANIMAL! - A VERDADE SOBRE SUA EVOLUÇÃO ESPIRITUAL! – ENTENDA COM JORGE ELARRAT.
Jorge Elarrat

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O conteúdo apresentado, fundamentado na obra de Allan Kardec, especialmente em O Livro dos Espíritos, propõe uma reflexão sobre a origem e a evolução dos espíritos segundo a ótica espírita.
De acordo com essa perspectiva, Deus cria todos os espíritos “simples e ignorantes”. Essa condição inicial não implica imperfeição moral, mas ausência de conhecimento e experiência. A simplicidade refere-se à limitação estrutural e funcional no início da jornada evolutiva, enquanto a ignorância diz respeito ao desconhecimento das leis da vida.
O texto explica que, ao longo de um processo evolutivo extremamente longo, os espíritos percorrem diferentes estágios, inclusive habitando corpos mais primitivos antes de alcançar a condição humana. Durante a fase animal, predominam os instintos, e não há responsabilidade moral ou livre-arbítrio desenvolvido. Nessa etapa, o aprendizado ocorre por meio da adaptação, sobrevivência e desenvolvimento gradual da inteligência.
Com o passar dos milênios, há uma transição progressiva do instinto para a razão. O pensamento, inicialmente intermitente, torna-se cada vez mais estruturado até alcançar a continuidade. Esse marco representa a chegada ao estágio humano, no qual o espírito passa a exercer raciocínio constante, assumindo então responsabilidade moral por seus atos.
Assim, o artigo destaca que a evolução espiritual é um processo contínuo, lento e inevitável, no qual o espírito desenvolve, passo a passo, sua inteligência e consciência, caminhando da simplicidade e ignorância iniciais para níveis cada vez mais elevados de compreensão e responsabilidade.
A continuação da exposição, ainda fundamentada nos ensinamentos de Allan Kardec em O Livro dos Espíritos, aprofunda o momento decisivo da evolução espiritual: a transição do “princípio inteligente” para a condição de espírito propriamente dito.
Segundo a doutrina espírita, essa mudança ocorre quando o ser atinge a condição humana — chamada de fase hominal. Antes disso, durante o estágio animal, o ser ainda não é considerado espírito, mas um princípio inteligente em desenvolvimento. É somente ao adquirir razão contínua, pensamento lógico e capacidade de discernimento que ele passa a ser classificado como espírito.
Esse marco evolutivo traz duas conquistas fundamentais: o reconhecimento como espírito e a aquisição do livre-arbítrio. Diferente dos animais, que agem predominantemente por instinto e não possuem responsabilidade moral, o ser humano passa a ter a capacidade de escolher conscientemente seus caminhos e, consequentemente, responder pelas próprias ações.
Com isso, os conceitos de “simplicidade” e “ignorância” também se transformam. Na fase animal, estavam relacionados à estrutura dos corpos e ao aprendizado instintivo de sobrevivência. Já na condição humana, esses conceitos assumem um caráter moral. A simplicidade e a complexidade passam a dizer respeito às relações humanas e à forma como o indivíduo lida com valores como o bem, a caridade e a convivência com o próximo.
Surge então o “mundo moral” — um novo campo de experiência, no qual o espírito começa a compreender as consequências éticas de seus atos. Fazer o bem, por exemplo, deixa de ser apenas uma ação e passa a envolver intenção, consciência e responsabilidade. A verdadeira evolução, portanto, não está mais ligada ao corpo, mas à qualidade das escolhas e ao desenvolvimento moral do espírito.
Assim, o texto destaca que a jornada evolutiva entra em uma fase mais complexa e exigente, onde o conhecimento das leis divinas e a prática consciente do bem se tornam os principais instrumentos de crescimento espiritual.
A exposição aprofunda a ideia de que, ao atingir a condição humana, o espírito entra em uma fase muito mais complexa de evolução, marcada principalmente pelo desenvolvimento moral e intelectual.
A complexidade, nesse estágio, deixa de estar ligada ao corpo físico e passa a se concentrar na capacidade de compreender a vida, discernir entre o certo e o errado e agir com equilíbrio. Surge o desafio ético: muitas vezes, o indivíduo acredita estar fazendo o bem, quando na realidade pode estar agindo de forma equivocada. Por isso, o aprendizado moral exige experiência, reflexão e autoconhecimento.
Nesse contexto, o ensinamento de Sidarta Gautama é destacado ao afirmar que a virtude está no “caminho do meio”, evitando os extremos. A evolução consiste justamente em aprender a equilibrar-se entre excessos, desenvolvendo virtudes como a verdadeira humildade — que difere tanto do orgulho quanto da subserviência.
O texto também ressalta que o progresso humano ocorre em duas frentes:
- o conhecimento intelectual, que combate a ignorância;
- e o conhecimento moral, que transforma a simplicidade em complexidade consciente.
Nesse processo evolutivo, Jesus é apresentado como um espírito altamente evoluído, modelo de perfeição moral e, segundo a visão espírita, o governador espiritual da Terra. A ele é atribuída a condução do desenvolvimento do planeta e da humanidade, desde os estágios primitivos até o surgimento do ser humano consciente.
Para impulsionar a evolução, a doutrina descreve dois movimentos principais:
- A chegada de espíritos mais avançados intelectualmente, que contribuíram para o progresso científico e cultural das civilizações antigas (como Egito e outras culturas).
- A vinda de grandes instrutores espirituais, responsáveis por despertar a consciência moral da humanidade.
Entre esses instrutores, destacam-se tradições e figuras históricas associadas a obras como os Vedas e o Bhagavad Gita, além de pensadores e líderes espirituais como Confúcio, Lao-Tsé, Sócrates e Moisés.
Apesar das diferenças entre suas doutrinas, o ponto central converge: todas apontam para a necessidade de transformação moral, prática do bem e desenvolvimento do amor como caminho para a evolução espiritual.
Por fim, o texto destaca que essas tradições compartilham princípios fundamentais em comum, como a existência de uma inteligência superior criadora e a presença de uma dimensão espiritual no ser humano, reforçando a ideia de que a evolução não é apenas intelectual, mas essencialmente moral.
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