Influências Espirituais no Lar
Jorge Elarrat

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PARTE 1
Na live de hoje, avançamos além do tema do casamento para refletir sobre as influências espirituais dentro do lar, à luz da Doutrina Espírita.
Com base em obras como O Livro dos Espíritos, O Evangelho Segundo o Espiritismo, a série de André Luiz, Vida e Sexo e Devassando o Invisível, estudamos os quatro tipos de espíritos que podem atuar na ambiência doméstica:
🔹 Espíritos Mentores – Mais evoluídos, comprometidos com nosso progresso espiritual. Nos acompanham na reencarnação e auxiliam nos momentos decisivos, respeitando sempre nosso livre-arbítrio.
🔹 Espíritos Familiares – Espíritos ligados afetivamente a nós. Querem ajudar, mas nem sempre têm discernimento suficiente, podendo até se atrapalhar por apego.
🔹 Espíritos Simpáticos – Aproximam-se por afinidade. Podem incentivar tanto atitudes positivas quanto vícios e desequilíbrios, fortalecendo tendências que já trazemos.
🔹 Obsessores (mau gênio) – Agem deliberadamente para desarmonizar, movidos por ódio, inveja ou ressentimento, podendo interferir nas relações familiares.
A grande lição:
👉 O lar não é ocupado apenas pelos encarnados.
👉 A qualidade espiritual da casa depende das nossas escolhas morais.
👉 Nenhuma influência espiritual resiste à transformação interior.
Ferramentas essenciais: Oração, Evangelho no Lar, Vigilância Emocional e Mudança de Conduta.
Mais do que temer influências espirituais, somos convidados a assumir responsabilidade sobre nossos pensamentos e atitudes, pois é pela sintonia que atraímos companhias.
PARTE 2
Na continuidade da nossa série Muito Prazer, pelo canal Renovando Consciências, aprofundamos o tema das influências espirituais no lar, à luz da Doutrina Espírita.
Relembramos que existem seis fontes de influência sobre nós:
🔹 Materiais: família, sociedade e corpo
🔹 Espirituais: benfeitores, obsessores e nosso próprio passado
🔹 E, acima de tudo, o livre-arbítrio, que decide o rumo da nossa vida.
Cada pessoa é resultado dessa soma.
Quando dois indivíduos se unem no casamento, não se unem apenas duas pessoas — unem-se duas histórias, duas educações, dois conjuntos de influências espirituais e emocionais.
É natural que surjam conflitos e frustrações.
💡 Um dos grandes desafios é não criar expectativas irreais sobre o cônjuge. Esperar perfeição é preparar-se para sofrer. O outro é diferente — e tem o direito de ser.
Com base em reflexões presentes em obras como Plenitude, No Mundo Maior e Loucura e Obsessão, entendemos que:
✔ Frustrações constantes podem abrir brechas para perturbações espirituais.
✔ A autopiedade fragiliza emocionalmente e nos torna mais vulneráveis.
✔ O obsessor não cria desejos — ele apenas intensifica inclinações que já existem em nós.
Por isso, algumas atitudes são essenciais:
✨ Dialogar sempre.
✨ Fazer avaliações periódicas da relação.
✨ Implantar o Evangelho no Lar.
✨ Trabalhar a própria transformação interior.
✨ Cultivar elogio, admiração e gratidão dentro de casa.
A verdadeira proteção espiritual não está em objetos ou rituais externos, mas na mudança de padrão mental e moral.
Onde há respeito, oração e esforço sincero de melhoria, as influências negativas perdem força.
O casamento não se sustenta apenas pelo amor inicial, mas pelo compromisso diário de amadurecer espiritualmente.
Que nossos lares sejam ambientes de crescimento, e não de disputa.
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