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Veg11 - Alimentação e Espiritualidade - Vegetarianismo

Fumo Escrito por ADM

 

Fumo

 

 

O fumo pode causar algum mal ao nosso espírito?

Lembremos o que o autor espiritual André Luiz relata no livro Nosso Lar ( leia aqui o livro), quando é acusado de ter sido suicida por ter provocado em seu organismo desequilíbrios que culminaram com seu desencarne.

 


 

Rosa Maria Silvestre Santos


Tabaco



O tabaco era inicialmente usado pelos nativos do Novo Mundo, através do fumo, mastigação das folhas ou ungüentos.


Acreditava-se que alguns tipos antigos de tabaco fossem mais potentes e com concentrações maiores de substâncias psicoativas, o que levava à obtenção de experiências místicas.


Dessa forma, seu uso fazia parte dos rituais de oferenda aos deuses.



Após as explorações de Colombo, o tabaco foi levado para o Velho Mundo e espalhou-se pela Europa, África e Ásia; seu uso inicialmente, foi combatido pelas autoridades governamentais por ser considerado um hábito de bárbaros.


Contudo, seu consumo popularizou-se com a difusão da crença de que a fumaça inalada possuía poderes milagrosos.


A partir de 1870, surgiram as primeiras máquinas para o fabrico de cigarros de papel. Tal fato, associado à propagação de um hábito socialmente aceito e estimulado, contribuiu para o rápido aumento de seu consumo.


Após a Primeira Guerra Mundial, verificou-se um crescimento considerável na porcentagem de fumantes.


A partir da década de 70, iniciou-se uma forte campanha antifumo, baseada nos prejuízos à saúde, o que provocou uma diminuição do consumo, mas na década de 90 a reação dos não fumantes criou a aversão ao cigarro e leis surgiram para impedir seu uso em ambientes públicos.


Prato feito para a necessidade de transgressão do jovem, a partir daí assistimos a uma adesão avassaladora da população jovem ao cigarro.


Dados encontrados no jornal Correio Brasiliense (31/05/96) afirmam que existem um bilhão de fumantes no mundo, no Brasil 35 milhões, destes 2,8 milhões são jovens entre 5 e 19 anos.


*  A POPULAÇÃO DA TERRA É DE APROXIMADAMENTE 7,2 BILHÕES DE SERES ENCARNADOS


* 15% DA POPULAÇÃO ENCARNADA É FUMANTE

 

 

 


 

 

Tabagismo - mal ao Corpo e ao Espírito



Sabemos por divulgação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que as enfermidades relacionadas ao tabaco são responsáveis por uma em cada dez mortes no mundo. 


Que no ano de 2020 serão sete em cada dez mortes, se nada for feito para evitar o seu consumo em todo o mundo.

No Brasil estima-se que 40% da população adulta é fumante e que a cada oito minutos morre uma pessoa de doença associada ao tabagismo.

Lembramos também que os fumantes passivos (aqueles que convivem com fumantes), também correm o risco de adoecer, uma vez que a fumaça inalada por estes contém três vezes mais nicotina e monóxido de carbono e 50 vezes mais substâncias cancerígenas, que a atmosfera ambiental.

Quanto aos malefícios do cigarro já está demonstrado que 90% das mortes por câncer de pulmão, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica, 30% das mortes por outros tipos de câncer e 25% das mortes por doenças coronarianas (infarto, angina), estão diretamente relacionadas ao tabagismo, além de outras doenças como trombose vascular, úlcera digestiva, doenças respiratórias impotência sexual etc..

A nicotina é considerada uma droga pela OMS

A Nicotina é um alcalóide que na fumaça do cigarro é veiculada através da fase gasosa e das partículas de alcatrão. 

Sua principal via de absorção é a inalatória, sendo absorvida rapidamente pelo pulmão e também pela mucosas e pele. 

Quando tragada se distribui para circulação e em 9 segundos atinge o cérebro. 

É metabolizada cerca de 90% no fígado transformando-se em cotinina e óxido de nicotina.

No aparelho circulatório produz constrição dos vasos aumentando a pressão arterial, a freqüência cardíaca, a força de contração do músculo cardíaco e aumentando as adesão das plaquetas nos vasos, além de excitar o sistema de condução elétrica do coração provocando arritmias.

No aparelho respiratório provoca irritação brônquica causando tosse, constrição brônquica e diminuição das defesa mucociliar, provocando bronquite e posteriormente enfisema pulmonar. 

Provoca ainda desequilíbrio nas enzimas do tecido do pulmão e nos brônquios que junto com a modificação da mucosa brônquica é umas das principais causa de câncer do pulmão.

E ao nosso espírito poderia causar algum mal?

Lembremos o que o autor espiritual André Luiz relata no livro Nosso Lar ( leia aqui o livro) , quando é acusado de ter sido suicida por ter provocado em seu organismo desequilíbrios que culminaram com seu desencarne.

Sabemos que todo desequilíbrio provocado em nosso corpo devido a nossa conduta inadequada, seja ela mental (irritabilidade, cólera, tristeza, ódio, etc.) seja os maus hábitos (gula, drogas, cigarro, alcoolismo, carnes, etc), provocará desarmonia em nosso perispírito pois este funciona como uma espécie de esponja, absorvendo a lesão orgânica.

Portanto as enfermidades provocadas ou agravadas pelo vício, permanecerão em nosso corpo espiritual, por longos períodos após a morte, requerendo tratamento no plano espiritual e muitas vezes só serão sanadas em outra encarnação, por um processo inverso, onde o perispírito lesado plasmará no novo corpo uma falha, uma fragilidade, pois o perispírito é que molda o corpo físico. 

A pessoa poderá apresentar no órgão correspondente uma enfermidade ou uma pré-disposição mórbida resultado de sua própria conduta passada ( Lei de Ação e Reação ).

Vejamos o que ocorre conosco quando acendemos um cigarrinho despretensiosamente para dar aquela relaxadinha.

Pela Lei da afinidade atraímos os semelhantes.

Sabemos que os espíritos ao desencarnarem conservam os mesmos hábitos e necessidades dependendo de sua condição evolutiva ( Livro dos Espíritos), até que pelo próprio esforço, consigam vencê-los.

Sabemos que o espírito não pode atuar na matéria sem um intermediário. ( Livro dos Espíritos e Livro dos Médiuns.)

Assim, atraímos para nós estes irmãozinhos que como nós possuem as mesmas necessidades e todas as vezes que sentirem vontade de fumar, se encostarão em nós e nos induzirão ao fumo, daí passamos a manter não só o nosso vício mas a sustentar o vício dos desencarnados.

Passamos a sentir as suas sensações com tanta mais intensidade quanto mais sensível mediunicamente formos, podendo até e é bastante comum absorver os fluidos do seu perispírito desarmonizando o nosso.

O autor espiritual Joseph Gleber no livro Medicina da Alma nos traz informações valiosa em relação ao uso do tabaco.

O tabaco, o álcool e as drogas envenenam as reservas vitais obstruindo os centros de forca que as distribui.

A nicotina e o alcatrão, de forma mais atuante, corroem a própria matéria etérica (energia vital) formando buracos semelhantes as bordas queimadas de um papel, facilitando assim os distúrbios que comprometem o equilíbrio psicofísico do ser humano. 

E continua.


O duplo etéreo (formado pela plexos energéticos onde circula a energia vital) funciona como um manto protetor ou uma tela eterizada que impede o contato com entidades maléficas do mundo espiritual, atuando como defesa contra investidas mais intensas destes espíritos.

 

O fumo, o álcool, a maconha e outras drogas bombardeiam a constituição etérica, criando verdadeiras brechas por onde penetram estes invasores, facilitando os processo obsessivos.

Ainda no mesmo capitulo o autor explica a ação do fumo obstruindo os canais energéticos com repercussão no sistema circulatório e nervoso por disfunção dos chácras.

 

Apesar do cigarro ser socialmente aceito e até incentivado pela mídia é importante saber seus malefícios tanto para a saúde física como espiritual.

Na preocupação de auxiliar os fumantes, já existe em nossa cidade grupos especializados no tratamento tanto em apoio psicológico como com tratamento medicamentosos.

A Escola Paulista de medicina entre outros oferece gratuitamente este auxílio.

Diz o Conselho Federal de medicina :

 

" O médico tem como dever ético, alertar o paciente, o cidadão ou a sociedade sobre os malefícios do fumo. ."


e nós acrescentamos :

 

o espírita também.

Dra Xenia Cavalcante de Morais Magliano


 



Efeitos do tabaco

 

 


Nas culturas ocidentais, a nicotina é ingerida primariamente através do fumo ou da mastigação das folhas de tabaco.

 

Fumar significa inalar 4.720 substâncias tóxicas, incluindo óxidos de nitrogênio, amônia e aldeídos, além da nicotina, alcatrão e monóxido de carbono, que constituem os três principais componentes do tabaco:


 

 

O alcatrão (TPM) contém aminas aromáticas possivelmente causadoras de câncer.


O monóxido de carbono (CO) acarreta uma redução na capacidade do sangue de transportar oxigênio e, conseqüentemente, um aumento no número de hemácias (policitemia); provavelmente é o responsável pelo desenvolvimento de doenças cardíacas.

 

 

 

A nicotina, indiscutivelmente, é considerada a maior (embora não seja a única) produtora de reforço para instalar a dependência e desenvolver a tolerância, associada também a fatores psicológicos, que talvez expliquem, em parte, a dificuldade dos fumantes pararem de fumar.


Uma tragada de fumaça resulta em níveis mensuráveis de nicotina no cérebro dentro de segundos.


Um cigarro médio sem filtro contém 1,5 a 2,5 mg de nicotina; com filtro ocorre uma leve diminuição desse índice.

 

 

Os cigarros com "baixo teor de alcatrão" possuem, em compensação, níveis aumentados de monóxidos de carbono (trata-se da mesma substância que sai do escapamento dos automóveis).


Comprovadamente a nicotina, quando consumida em pequenas doses, altera o funcionamento do SNC - (Sistema Nervoso Central), através de um aumento do estado de alerta, seguido por uma sensação de calma.


Também é observada maior clareza de pensamento e aumento da concentração.

 

 

A pouco tempo, os jornais noticiaram a informação de um cientista que trabalhava numa indústrias de cigarro e comprovou a manipulação da nicotina, este caso trouxe sérias repercussões sociais e foi tema do filme "O Informante".


No nível físico, o uso de tabaco provoca uma diminuição do apetite, relacionado ao decréscimo na força das contrações estomacais, bem como náuseas e vômitos, por causa de um efeito direto sobre o SNC, ocasionando também úlceras no estômago.

 

 

No aparelho respiratório, é comum ocorrer irritação local e o depósito de substâncias carcinogênicas (responsáveis pelo câncer).


O uso intenso provoca um aumento no ritmo cardíaco, na pressão sangüínea e na força das contrações cardíacas, predispondo ao enfarto, derrame cerebral e doenças dos vasos sangüíneos.

 

 

 

Assista a Palestra

"TABAGISMO, DEPENDÊNCIA, CONSEQUÊNCIAS E PREVENÇÃO." DR. CARLOS ROBERTO DE SOUZA

CLIQUE AQUI!



Motivações para o hábito de fumar


De modo geral, o hábito de fumar atende a pressões sociais, bem como a necessidades psicológicas.


Os jovens, muitas vezes, começam a fumar por imitação, para serem atraentes, adquirirem segurança, expressarem sua independência ou rebeldia (reflexo das propagandas que exploram uma ligação tipo: cigarro, maturidade, independência e estilo de vida).



Dentre as motivações para o uso, incluem-se:


- prazer de fumar, de executar todo o ritual até soltar a fumaça e observar os desenhos no ar, descontraidamente;


- a necessidade de fumar para aliviar tensões, enfrentar situações adversas, dominar sentimentos de medo, nervosismo, acanhamento, vergonha, etc.


Constata-se, contudo, uma carência de estudos e pesquisas relacionadas às motivações para o uso do tabaco (o mesmo acontece, talvez em menor escala, para o alcoolismo), quando comparados àqueles referentes às drogas ilícitas.


Conseqüências do tabaco

 

 

A médio e a longo prazo, podem-se identificar conseqüências do uso de tabaco a níveis clínicos, ecológicos e econômicos.


Do ponto de vista clínico, observa-se um elevado índice de câncer nos pulmões, boca, faringe, laringe e esôfago, principalmente quando associado ao consumo de álcool.


Apresenta, ainda, riscos de câncer na bexiga, pâncreas, rins e útero.


Outras conseqüências importantes são: derrames, ataques cardíacos, angina, bronquite, enfisema pulmonar, além dos riscos aumentados de úlceras e arteriosclerose.


O fumo pode antecipar a menopausa, envelhecendo prematuramente a mulher.


A nicotina favorece a formação de rugas, causa palidez, obstrui os poros, resseca a pele das mãos, mancha os dentes, envelhece prematuramente as gengivas e irrita as cordas vocais, dando ao fumante uma "voz rouca".


Ainda em relação às mulheres, o risco de enfarto cardíaco é maior quando associado ao uso de pílulas anticoncepcionais.


Quando uma gestante fuma, as substâncias tóxicas do cigarro atravessam a placenta, afetando diretamente o feto.


Os efeitos maléficos do fumo em mulheres grávidas que fazem uso de cigarro (um maço por dia) são:


- o feto pode nascer com baixo peso e menor tamanho;


- aumento do risco de aborto espontâneo; 

- maior probabilidade de ocorrer a Síndrome de Morte Súbita Infantil;


- aumento do risco de nascimento de crianças com defeitos congênitos.


 

Caso a mulher grávida pare de fumar e não se exponha à poluição tabágica, esses riscos diminuem e se tornam semelhantes aos das mulheres que nunca fumaram.


Quanto aos problemas ecológicos (folheto do Ministério da Saúde), podem-se citar:


- a utilização de fornos à lenha para a secagem das folhas de tabaco, contribuindo para a devastação de florestas.


- cada trezentos cigarros produzidos utilizam uma árvore, ou seja, o fumante de um maço de cigarros por dia consome uma árvore a cada 15 dias. 


- a plantação de fumo emprega grande quantidade de agrotóxicos, intoxicando os plantadores, poluindo o solo, a água e o ar. 


- a terra onde se planta o tabaco fica empobrecida, não servindo mais para o cultivo de alimentos. 


- os grande incêndios que ocorrem na zona urbana e rural, por cigarros acesos, jogados inadvertidamente em locais secos.


Do ponto de vista econômico, o recolhimento de impostos de cigarro não cobre os gastos decorrentes de seu consumo, tais como, doenças, faltas no trabalho, etc. e nem os prejuízos ecológicos, citados anteriormente.


Em nível particular, sabe-se do sacrifício econômico de muitas famílias, que chegam a prejudicar a alimentação dos filhos para sustentar sua dependência.

 

 

Dificuldades de parar de fumar

 

Quando um dependente do fumo resolve parar de fumar, ele passa por uma Síndrome de Abstinência, com sintomas leves de intensidade variável para cada pessoa.


Os sintomas iniciam-se algumas horas após a interrupção do uso e aumentam durante as doze primeiras horas, piorando durante o anoitecer.


Dentre os mais freqüentes, observam-se:


irritabilidade; ansiedade; dificuldade de concentração; agitação; sonolência; insônia; sentimento de hostilidade; cefaléia, etc., tudo indicando uma dependência da nicotina.


Pode acontecer, ainda, constipação, diarréia e um ganho significativo de peso (uns cinco quilos ou mais).


No entanto, estas alterações podem cessar em um mês, enquanto os sintomas psicológicos de compulsão pelo fumo podem persistir durante muitos meses.


Foi comprovado que a abstinência lenta ou gradual pode resultar em sintomas de compulsão ainda mais intensos do que a interrupção brusca e pode ser ineficiente para o objetivo de parar de fumar.


Cientistas procuram explicar (Folha São Paulo, 22/02/96) por que fumantes criam dependência em relação aos cigarros.


Embora responsabilizem a nicotina, descobriram que outras substâncias como a MAO-B e a dopamina também poderiam estar associadas.


Esclarecem que para melhor encontrarem modos de ajudar as pessoas a combaterem suas dependências, precisam desenvolver uma melhor compreensão do "porquê" as pessoas fumam.


Cerca de 95% dos fumantes abandonam o tabaco por conta própria.


Existem algumas terapias alternativas como injeções de clonidina, hipnose, emplastro ou adesivo de nicotina, chicletes especiais, acupuntura, auriculoterapia, laserterapia, tratamento psicológico complementar, etc.


Contudo, acredita-se que o melhor método, ainda, seja a força de vontade.




Q U A R E N T A  S U G E S T Õ E S  P A R A  D E I X A R  D E  F U M A R


QUARENTA SUGESTÕES, são diferentes métodos aos quais os fumantes têm recorrido a fim de viverem sem o cigarro.


Um ou diversos destes métodos, devidamente combinados, poderão ser úteis no seu caso.


Experimente aqueles de que gostar e desenvolva o seu próprio programa para se descartar do hábito de fumar.


Escute os  áudios do curso "Como deixar de fumar em 5 dias." >> Clique Aqui

 
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