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Usando o Cérebro Para Construir a Felicidade - 2908

Usando o Cérebro Para Construir a Felicidade

- O Espírito da Letra

André Luiz Ruiz 

cerebro 

 


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André Luiz Ruiz inicia com o conto “O Doente Grave”, do Espírito Humberto de Campos (Irmão X), psicografado por Francisco Cândido Xavier, presente no livro Pontos e Contos.

Na narrativa, uma mãe, em desdobramento espiritual durante o sono, pede a um mensageiro celestial a cura do filho gravemente enfermo.


Questionada, descreve que o filho doente é humilde, resignado, ligado a Deus, solidário e grato; já o outro filho, saudável e próspero, é egoísta, indiferente ao sofrimento alheio e distante dos valores espirituais.


O anjo então esclarece: o “doente grave” não é o enfermo do corpo, mas o filho materialmente bem-sucedido e espiritualmente vazio.

A partir dessa lição, desenvolve-se a reflexão central: frequentemente pedimos a Deus a supressão do sofrimento sem compreender sua função educativa.


A dor, embora indesejada, pode ser instrumento de crescimento moral; já o excesso de facilidades pode alimentar orgulho, indiferença e ilusão.

O discurso amplia-se para uma crítica à cultura contemporânea, marcada pelo consumismo, pela manipulação midiática e pela superficialidade de valores.


A sociedade estimula desejos imediatistas — riqueza, beleza, prazer, status — criando a falsa ideia de felicidade associada ao ter, e não ao ser.


Programas, publicidade e tendências comportamentais reforçam instintos primários, mantendo o indivíduo preso a impulsos inferiores e à comparação social constante.

Com base em ensinamentos espirituais — inclusive referências a obras de André Luiz e Emmanuel — explica-se que o psiquismo humano pode ser compreendido simbolicamente em três níveis:

  1. Gânglios basais – vinculados às experiências pretéritas e aos condicionamentos instintivos.

  2. Córtex motor – relacionado às ações e decisões no presente.

  3. Lobos frontais – sede dos ideais elevados, da ética, da projeção consciente do futuro espiritual.

Quando o indivíduo permanece fixado apenas nos impulsos do passado ou nos desejos imediatos, repete padrões, alimenta ressentimentos e se mantém espiritualmente estagnado. A evolução exige ativar os centros superiores da consciência, transformando ideais nobres em ações concretas.

O texto também aborda conflitos familiares como oportunidades reencarnatórias de reconciliação e reescrita emocional. Antipatias e dificuldades podem ser resquícios de experiências passadas, oferecendo chance de superação através do amor e da compreensão.

Citando o capítulo V de O Evangelho segundo o Espiritismo, reforça-se que “a felicidade não é deste mundo” no sentido material absoluto.


Fortuna, juventude e poder não garantem plenitude.


A verdadeira infelicidade, paradoxalmente, pode estar na satisfação vazia que anestesia a consciência e afasta o espírito de seu destino evolutivo.

Conclui-se que:

  • O sofrimento não deve ser buscado, mas compreendido.

  • Nem todo benefício material representa progresso real.

  • A dor pode ser mestra quando bem assimilada.

  • A manipulação externa só domina quem não se conhece internamente.

  • A libertação espiritual depende de consciência, vontade e alinhamento com valores superiores.

A mensagem final é um convite à vigilância interior: deixar de ser conduzido por impulsos e ilusões coletivas e passar a construir, com responsabilidade e discernimento, o próprio crescimento moral.

 

 

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