Nada é Neutro no Universo
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A palestra defende a ideia central de que a neutralidade não existe no universo, porque a simples presença humana já provoca alterações multidimensionais.
O expositor afirma que o ser humano é multidimensional e funciona como um “portal vivo”: ao existir e se manifestar nesta dimensão, abre simultaneamente múltiplas outras dimensões.
Desde a fecundação, a existência humana já rompe qualquer estado neutro.
Pontos centrais do argumento:
- Não existe neutralidade ontológica: toda presença gera impacto, movimento e alteração. Onde há consciência, há mudança.
- Pensamentos e emoções criam realidades: cada pensamento abre “subníveis dimensionais”, influenciando o equilíbrio ou o caos vivido pela pessoa.
- O dilema humano é onde se fixa a consciência: a estabilidade ou instabilidade emocional e espiritual depende da “morada” (nível vibratório) em que a pessoa se ancora.
- Crises, violência e escândalos atuais são vistos como processos de exposição do que estava oculto — “máscaras caindo” — para possibilitar um reajuste coletivo e individual.
- Neutralidade como prática, não como estado: embora a neutralidade absoluta não exista, ela deve ser buscada como exercício interno. Aqui, neutralidade significa não reagir na mesma vibração do ataque recebido.
- Resposta superior: diante de conflitos, críticas ou “ataques” (inclusive obsessores, encarnados ou não), a proposta é transmutar a energia, respondendo de forma mais elevada — não para o outro, mas como um trabalho interno de superação.
- Coragem é o ponto-chave: coragem para não reagir impulsivamente, não revidar, não devolver a mesma energia recebida.
- Neutralidade prática = paz sem reação: não é ausência de ação, mas ação consciente, sem julgamento, sem devolução agressiva.
- Evolução espiritual é descrita como um processo longuíssimo de depuração vibratória, atravessando dimensões até a dissolução dos corpos sutis, rumo a estados cada vez mais elevados.
- Autodefesa e ética: a vida deve ser preservada, mas a autodefesa não deve implicar destruição do outro; o custo vibratório da reação importa.
Síntese final:
A neutralidade não existe como estado fixo, porque toda consciência altera o campo onde atua.
Porém, buscar a neutralidade interior — entendida como não reagir na mesma frequência do conflito — é o caminho para o equilíbrio, a evolução e a redução do caos pessoal e coletivo.
Trata-se de um exercício constante de autoconsciência, coragem e responsabilidade vibratória.
***Leia Aqui - Obsessão de Médiuns e Tralhadores da Luz
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