No Dicionário Aurélio Século XXI, encontramos a definição de hereditariedade como a transmissão dos caracteres físicos ou morais de uma pessoa aos seus descendentes.
Somos sabedores que muitas enfermidades como a diabetes, a hipertensão, a hemofilia, a polidactilia, entre outras, possuem características hereditárias, podendo o filho apresentar a mesma patologia que seus pais, ou seja, o genótipo dos pais determina a manifestação de certos males em seus descendentes.
Entretanto, será possível a comunicação dos caracteres morais e espirituais de um indivíduo para seus filhos, apenas e tão somente pela transmissão dos genes?
Escala Evolutiva dos Espíritos Segundo O Livro dos Espíritos
Doutrina Espírita
A Classificação dos Espíritos funda-se no seu grau de desenvolvimento, nas qualidades por eles adquiridas e nas imperfeições de que ainda não se livraram.
Esta classificação nada tem de absoluta: nenhuma categoria apresenta caráter bem definido, a não ser no conjunto: de um grau a outro, a transição é insensível, pois, nos limites, as diferenças se apagam, como nos reinos da Natureza, nas cores do arco-íris ou ainda nos diferentes períodos da vida humana.
Pode-se, portanto, formar um número maior ou menor de classes, de acordo com a maneira por que se considerar o assunto.
Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade.
A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falaram diretamente com elas.
O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes.
PERGUNTA: — Quais serão essas duas ordens distintas?
RAMATÍS: — Compreenderão os dois grupos distintos que Jesus profetizou para a hora final, quando afirmou que viria julgar os vivos e os mortos, separando os lobos das ovelhas, o trigo do joio, ocasião em que os bons sentar-se-iam à sua direita e os maus à sua esquerda.
Um desses grupos — o que tomará lugar à direita do Cristo — será constituído das criaturas cuja vida houver representado um esforço à procura da bondade, do amor, da honestidade, da renúncia em favor do próximo, no cumprimento dos preceitos renovadores do Evangelho;
o outro grupo — que tomará lugar à esquerda do Cristo — será representado pelos maus, compondo a triste caravana dos que emigrarão para um orbe inferior, em relação com o seu padrão anticrístico.
É o dos que planejam os arrasamentos das cidades pacíficas; os técnicos impassíveis que movem botões eletrônicos para destruição a distância; os cientistas satânicos que operam nos desvãos dos laboratórios, na preparação dos engenhos de morte; os que exaurem fosfates na busca de meios mais eficientes para assassinatos coletivos nos matadouros ou nas matas verdejantes; os que criam indústrias para o fabrico de instrumentos criminosos; os autores de engenhos malignos, que transformam os aviões da fraternidade em monstros vomitadores de bombas infernais.